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A Prática de Avaliação das IES

Internacionalmente, os processos de autoavaliação das Instituições de Ensino Superior (IES) já existem há muitos anos, sendo uma tradição nos países de origem anglo-saxônica, que se estendeu nas últimas décadas para toda a comunidade internacional. Em alguns países, a autoavaliação compõe a primeira fase de um processo de avaliação externa (ou acreditação), tal como se propôs no Brasil. Em todos os seus cursos nacionais, o Instituto Lobo / Lobo & Associados tem insistido na importância deste processo de autorreflexão para melhorar o desempenho institucional e tem contribuído no apoio às IES que querem utilizar a avaliação institucional como instrumento de mudança.

O MEC implantou o SINAES como o processo nacional de avaliação do ensino superior, em que a primeira etapa é, corretamente, um processo de autoavaliação, muito próximo dos moldes internacionais já referidos, embora com algumas ênfases em políticas que o atual governo pretende valorizar. Com a boa orientação proporcionada pelos documentos do MEC é possível a construção do processo de autoavaliação pela equipe interna da IES.

A autoavaliação preconizada pelo MEC não corresponde, entretanto, ao exercício simplório de responder às questões elencadas nos documentos, principalmente na Lei nº 10.861/2004 e nas "Orientações Gerais para o Roteiro da Autoavaliação das Instituições", pois é preciso aferir junto à comunidade interna, nos seus três segmentos (docente, discente e técnico-administrativo), por meio de dados e documentos, ou ainda, junto à comunidade externa, aquilo que foi colocado como resposta, para verificação pelas Comissões e balizamento da Avaliação Externa.

A autoavaliação institucional não se constitui, portanto, apenas do levantamento da opinião de alunos e docentes sobre aspectos de desempenho docente, condições didático-pedagógicas dos cursos de graduação e de infraestrutura institucional. Essa é uma pequena parte (necessária, mas longe de ser suficiente) de um processo de autoavaliação, que alcança uma parcela da comunidade envolvida, mas não abrange os dados, informações e indicadores necessários para a avaliação das atividades e todos os respectivos atores, ou usuários, dos serviços prestados pela IES. Sequer absorve todas as dimensões inerentes a uma instituição de ensino superior, como prevê a legislação.

Para as IES que desejam aprimorar a sua autoavaliação, o Instituto Lobo / Lobo & Associados oferece seu know how na área de avaliação e de gestão de Instituições de Ensino Superior, atendendo à necessidade de discutir a Avaliação Institucional com o enfoque voltado especificamente à prática desse processo, para ampliar a visão estratégica e gerencial dos Dirigentes Universitários, apresentando o tema: A PRÁTICA DA AVALIAÇÃO DAS IES - "O que o dirigente universitário deve saber para organizar, implantar, gerenciar, aproveitar os bons exemplos e evitar os percalços do processo avaliativo de uma Instituição de Ensino Superior (IES)".



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